terça-feira, 10 de maio de 2011

A um dia dos dois meses da maior catástrofe de que o Japão tem memória a devastação ainda é o principal elemento da paisagem do nordeste do Japão. A província de Miyagi foi uma das mais atingidas pelo violento tsunami.

As imagens do porto de Miyagi a ser engolido pelas águas correram mostraram ao mundo como um tsunami se comporta. Navios e petroleiros foram arrastados pela força das águas como se fossem pequenos barcos de brincar.

São estes petroleiros e navios que dois meses depois estão ainda a ser retirados do centro da cidade ou do fundo do mar para onde foram levados.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, anunciou esta terça-feira que renuncia ao salário até o fim da crise na central nuclear de Fukushima.

«Continuarei a receber o meu salário como membro do Parlamento, mas não o de primeiro-ministro», explicou o chefe de governo numa conferência de imprensa.

Depois do terramoto e tsunami, o Japão enfrenta há dois meses o mais grave acidente nuclear de sua história, depois das avarias nos circuitos de resfriamento da central de Fukushima.












Fonte : google
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